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Não há docência sem discência e sem decência:

Ensinar exige respeito aos saberes dos educandos;
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Ensinar exige reflexão crítica sobre a prática e
Ensinar EXIGE. E exige. E como exige!
Paulo Freire (adaptado).


Fraternal abraço.

Profª Indira

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

ATIVIDADES de 05 a 07/11/2012 3 - Departamento Financeiro


ATIVIDADES PARA A SEMANA DE 05 e 07/11/2012 – Profª Indira Mattos – OTC
3 - Departamento Financeiro
As funções do departamento financeiro de uma empresa incluem a gestão do dinheiro, gestão de investimentos, gestão do risco financeiro e as relações com os investidores. Esta é uma descrição geral, não uma definição exaustiva e existe uma sobreposição considerável nestas classificações. As funções do departamento financeiro lidam também com áreas financeiras complexas, tais como taxas de câmbio, divisas estrangeiras, alterações das taxas de juro, entre outras coisas. As funções do departamento financeiro podem também diferir, por exemplo, entre uma empresa de produção e um banco.
Gestão de Tesouraria
A gestão do dinheiro está relacionada com a gestão da liquidez, pagamentos e cobranças, e com a banca electrónica, que são por sua vez áreas complementares.
A gestão da tesouraria envolve a previsão a curto e a longo prazo de necessidades de fundos, organização do financiamento, excedentes de tesouraria e a manutenção do equilíbrio adequado entre activo e passivo. O objectivo é oferecer o dinheiro requerido pela empresa ao custo mais baixo. A banca electrónica, os procedimentos de segurança electrónica e os extractos bancários electrónicos são todos utilizados para optimizar a liquidez. Para prever as necessidades de dinheiro, é também necessária uma análise detalhada de pagamentos e cobranças.
Dessa forma, pagamentos e cobranças são parte integrante da gestão de tesouraria. Em seguida serão apresentados problemas ilustrativos dessa gestão:
Gestão de contas bancárias - Uma grande empresa pode ter inúmeras contas bancárias espalhadas por todo o mundo. Neste caso, mesmo obter a disponibilidade bancária pode demorar dias;
Reconciliações bancárias - As contas bancárias necessitam de ser reconciliadas com a quantia de dinheiro para se poder dominar as transações de dinheiro;
Processamento de pagamentos e cobranças - O agendamento de pagamentos e cobranças deverá estar disponível para que se possa entender os fluxos de entrada e de saída de dinheiro futuros. Para empresas multinacionais, tais dados deverão ser recolhidos a partir das filiais e consolidados para análise;
Previsões de tesouraria - Incluem as previsões para as filiais e diferentes unidades e necessitam de ser consolidadas numa previsão central. Períodos de tempo, tais como curto prazo vs longo prazo, necessitam de ser especificados. Os modelos de previsões de tesouraria necessitam de ser desenvolvidos e apreciados. Estas diferentes previsões podem surgir em diferentes formatos de ficheiros e poderão ser necessários ajustes de câmbio. Da mesma forma, os fluxos de tesouraria devem ser classificados de forma apropriada; por exemplo, autorizado, não autorizado, orçamental ou financeiro;
Problemas globais - Gerir dinheiro em vários países pode colocar problemas, tais como considerações reguladoras, impostos, padrões bancários nacionais para o saldo mínimo e instrumentos disponíveis para os investimentos e financiamento.
A gestão de investimentos está relacionada com os investimentos em títulos e valores, emissão de dívida e instrumentos de liquidez e venda e resgate destes instrumentos. Estas actividades exigem acesso a informações sobre o mercado de valores, mercados financeiros, mercados de obrigações de rendimento fixo, taxas de conversão monetárias e derivados. O director financeiro também precisa de obter uma visão sobre as posições de mercado, a capacidade de acompanhar, verificar e completar transacções e ligações de retaguarda no sistema de contabilidade.
Gestão de Riscos Financeiros
A gestão de risco envolve a avaliação dos riscos da liquidez, do crédito, das taxas de juro, da moeda e do mercado de valores. O risco de liquidez é o risco de a empresa não ser capaz de cumprir com os seus compromissos a curto e longo prazo. A avaliação deste risco faz parte da gestão de liquidez.
As políticas financeiras, muitas vezes, estabelecem os critérios aplicáveis aos ratings de crédito para terceiras partes implicados ao mesmo tempo que investem em bens monetários ou que fazem contratos derivados. O risco de crédito trata da questão se os parceiros comerciais merecem ou não crédito e, no caso de transacções internacionais, isto poderá incluir também a análise do risco do próprio país.
Os riscos de taxas de juro lidam com as alterações nas taxas de juro e margens de lucro e os efeitos consequentes dos custos de financiamento, retornos de investimentos e avaliações dos investimentos ou dívidas. Estas mudanças precisam de ser monitorizadas e precisam de ser tomadas medidas adequadas que possam reduzir o risco.
O risco cambial é o risco que afecta as actividades de uma organização ou o valor de um investimento caso hajam mudanças nas taxas de conversão monetárias. Os riscos relacionados com as conversões são importantes para as empresas que obtêm rendimentos de outros países, uma vez que as mudanças adversas nas taxas de conversão podem afectar os resultados.
Os riscos cambiais e de taxas de juro podem ser geridos através de estratégias de cobertura de riscos, consideradas ou não no orçamento, como forwards, futuros, swaps, entre outros. O risco do mercado de valores é o risco que existe na flutuação do valor de mercado e do eventual declínio do portefólio de acções que a empresa possui.
Relações com Investidores
As funções do departamento financeiro também poderão incluir lidar com investidores actuais e prospectivos, bem como oferecer-lhes informações relevantes e fiáveis.
As funções do administrador financeiro na empresa podem ser avaliadas em relação às demonstrações contá­beis básicas da empresa.
Suas três atribuições primordiais são:
Análise e planejamento financeiro: esta função envolve:
·         Transformação dos dados financeiros em uma forma que possa ser utilizada para orientar a posição finan­ceira da empresa e promover a sua continuidade;
·         Avaliação da necessidade de aumento ou redução da capacidade produtiva; e
·         Determinação de que tipo de financiamento adicional deve ser realizado. Essas três atividades são sustentadas pelas decisões de natureza estratégica, tática e operacional. Os demonstrativos contábeis, principalmente o Balanço Patrimonial e a Demonstração do resultado do Exercício, são importantes fontes de informações para elaboração de análise e planejamento financeiro. Cabe ressaltar que o enfoque do caixa é essencial para o gestor financeiro. Assim, a utilização dos Fluxos de Caixa também é imprescindível, destacando a principal diferença entre a ótica do contador e a do administrador. Enquanto o primeiro gera informações com base no regime de competência, o segundo precisa aplicá-las com base no regime de caixa, denotando a importância dos Fluxos de Caixa nesta atividade;
Administração da estrutura de ativo da empresa (Decisão de Investimento):
·         O administrador financeiro determina a combinação e os tipos de ativos que fazem parte do Balanço Patrimonial da empresa. Essa atividade está relacionada ao lado esquerda do Balanço. A composição refere-se ao montante de recursos aplicados em Ativos Circulantes e em Ativos Permanentes (fixos). Depois que a composição estiver definida, o administrador financeiro deve fixar e tentar manter níveis ótimos para cada tipo de Ativo Circulante. Deve também decidir quais são os melhores Ativos Permanentes a adquirir e saber quando os ativos existentes se tornarão obsoletos e precisarão ser modificados, substituídos ou liquidados. A determinação da melhor estrutura de ativo para a empresa não é uma tarefa simples; requer o conhecimento das operações passadas e futuras das empresas e a compreensão dos objetivos que deverão ser alcançados a longo prazo. Existem várias técnicas para avaliação dessas decisões, como a Taxa Média de Retorno, Payback (Prazo de Retorno), VPL (Valor Presente Líquido) e TIR (Taxa Interna de Retorno).
Administração da estrutura financeira da empresa (Decisão de Financiamento): relaciona-se com o lado direito do Balanço Patrimonial da empresa e envolve as fontes de recursos. Dois enfoques sustentam esta atividade do administrador financeiro:
·         A decisão de qual a composição mais apropriada entre financiamento a curto e a longo prazo a ser estabelecida, o que é bastante importante, pois afeta tanto a lucratividade da empresa como sua liquidez global; e
·         O juízo de quais as fontes individuais de financiamento, a curto ou a longo prazo, são as melhores, em dado momento. Algumas decisões dessa natureza exigem uma análise profunda das alternativas disponíveis, de seus custos e de suas implicações a longo prazo. O Custo Médio Ponderado de Capital é uma medida eficaz para este tipo de decisão.
Administração da estrutura financeira da empresa (Decisão de Financiamento): relaciona-se com o lado direito do Balanço Patrimonial da empresa e envolve as fontes de recursos. Dois enfoques sustentam esta atividade do administrador financeiro:
·     A decisão de qual a composição mais apropriada entre financiamento a curto e a longo prazo a ser estabelecida, o que é bastante importante, pois afeta tanto a lucratividade da empresa como sua liquidez global; e
·     O juízo de quais as fontes individuais de financiamento, a curto ou a longo prazo, são as melhores, em dado momento. Algumas decisões dessa natureza exigem uma análise profunda das alternativas disponíveis, de seus custos e de suas implicações a longo prazo. O Custo Médio Ponderado de Capital é uma medida eficaz para este tipo de decisão.

Setores




Significado - DEPARTAMENTO FINANCEIRO

Primeiramente, deve-se compreender e entender o sentido e o significado de finanças que, corresponde ao conjunto de recursos disponíveis circulantes em espécie que serão usados em transações e negócios com transferência e circulação de dinheiro. Sendo que há necessidade de se analisar a fim de se ter exposto a real situação econômica dos fundos da empresa, com relação aos seus bens e direitos garantidos. Analisando-se apuradamente verifica-se que as finanças fazem parte do cotidiano, no controle dos recursos para compras e aquisições, tal como no gerenciamento e própria existência da empresa, nas suas respectivas áreas, seja no marketing, produção, contabilidade e, principalmente na administração geral de nível estratégico, gerencial e operacional em que se toma dados e informações financeiras para a tomada de decisão na condução da empresa.

A administração financeira é uma ferramenta ou técnica utilizada para controlar da forma mais eficaz possível, no que diz respeito à concessão de credito para clientes, planejamento, analise de investimentos e, de meios viáveis para a obtenção de recursos para financiar operações e atividades da empresa, visando sempre o desenvolvimento, evitando gastos desnecessários, desperdícios, observando os melhores “caminhos” para a condução financeira da empresa.

Tal área administrativa, pode ser considerada como o “sangue” ou a gasolina da empresa que possibilita o funcionamento de forma correta, sistêmica e sinérgica, passando o “oxigênio” ou vida para os outros setores, sendo preciso circular constantemente, possibilitando a realização das atividades necessárias, objetivando o lucro, maximização dos investimentos, mas acima de tudo, o controle eficaz da entrada e saída de recursos financeiros, podendo ser em forma de investimentos, empréstimos entre outros, mas sempre visionando a viabilidade dos negócios, que proporcionem não somente o crescimento mas o desenvolvimento e estabilização.

É por falta de informações financeiras precisas para o controle e planejamento financeiro que a maioria das empresas pequenas brasileiras entram em falência até o quinto ano de existência. São indiscutivelmente necessárias as informações do balanço patrimonial, no qual se contabilizam os dados da gestão financeira, que devem ser analisados detalhadamente para a tomada de decisão.

Pelo benefício que a contabilidade proporciona à gestão financeira e pelo íntimo relacionamento de interdependência que ambas têm é que confundem-se, muitas vezes, estas duas áreas, já que as mesmas se relacionam proximamente e geralmente se sobrepõem.

É preciso esclarecer que a principal função do contador é desenvolver e prover dados para mensurar a performance da empresa, avaliando sua posição financeira perante os impostos, contabilizando todo seu patrimônio, elaborando suas demonstrações reconhecendo as receitas no momento em que são incorridos os gastos (este é o chamado regime de competência), mas o que diferencia as atividades financeiras das contábeis é que a administração financeira enfatiza o fluxo de caixa, que nada mais é do que a entrada e saída de dinheiro, que demonstrará realmente a situação e capacidade financeira para satisfazer suas obrigações e adquirir novos ativos (bens ou direitos de curto ou longo prazo) a fim de atingir as metas da empresa.

Os contadores admitem a extrema importância do fluxo de caixa, assim como o administrador financeiro se utiliza do regime de caixa, mas cada um tem suas especificidades e maneira de descrever a situação da empresa, sem menosprezar a importância de cada atividade já que uma depende da outra no que diz respeito à circulação de dados e informações necessárias para o exercício de cada uma delas.
Abordagem
Área de atuação das Finanças - 1.1 - Área de atuação das finanças: A administração financeira pode ser dividida em áreas de atuação, que podem ser entendidas como tipos de meios de transações ou negócios financeiros. São estas:

Finanças Corporativas - Abrangem na maioria, relações com cooperações (sociedades anônimas).As finanças corporativas abrangem todas as decisões da empresa que tenham implicações financeiras, não importando que área funcional reivindique responsabilidade sobre ela

Investimentos - São recursos depositados de forma temporária ou permanente em certo negócio ou atividade da empresa, em que se deve levar em conta os riscos e retornos potenciais ligados ao investimento em um ativo financeiro, o que leva a formar, determinar ou definir o preço ou valor agregado de um ativo financeiro, tal como a melhor composição para os tipos de ativos financeiros. Os ativos financeiros são classificados no Balanço Patrimonial em investimentos temporários e em ativo permanente (ou imobilizado), este último, deve ser investido com sabedoria e estratégia haja vista que o que traz mais resultados é se trabalhar com recursos circulantes por causa do alto índice de liquidez apresentado.

Instituições financeiras - São empresas intimamente ligadas às finanças, onde analisam os diversos negócios disponíveis no mercado de capitais– podendo ser aplicações, investimentos ou empréstimos, entre outros – determinando qual apresentará uma posição financeira suficiente à atingir determinados objetivos financeiros, analisados por meio da avaliação dos riscos e benefícios do empreendimento, certificando-se sua viabilidade.

Finanças Internacionais - Como o próprio nome supõe, são transações diversas podendo envolver cooperativas, investimentos ou instituições, mas que serão feitas no exterior, sendo preciso um analista financeiro internacional que conheça e compreenda este ramo de mercado.
Funções Básicas - Todas as atividades empresariais envolvem recursos e, portanto, devem ser conduzidas para a obtenção de lucro. As atividades do porte financeiro têm como base de estudo e análise dados retirados do Balanço Patrimonial, mas principalmente do fluxo de caixa da empresa já que daí, é que se percebe a quantia real de seu disponível circulante para financiamentos e novas atividades. As funções típicas do administrador financeiro são:

Análise, planejamento e controle financeiro - Baseia-se em coordenar as atividades e avaliar a condição financeira da empresa, por meio de relatórios financeiros elaborados a partir dos dados contábeis de resultado, analisar a capacidade de produção, tomar decisões estratégicas com relação ao rumo total da empresa, buscar sempre alavancar suas operações, verificar não somente as contas de resultado por competência, mas a situação do fluxo de caixa desenvolver e implementar medidas e projetos com vistas ao crescimento e fluxos de caixa adequados para se obter retorno financeiro tal como oportunidade de aumento dos investimentos para o alcance das metas da empresa.

Tomada de decisões de investimento - Consiste na decisão da aplicação dos recursos financeiros em ativos correntes (circulantes) e não correntes (ativo realizável a longo prazo e permanente), o administrador financeiro estuda a situação na busca de níveis desejáveis de ativos circulantes , também é ele quem determina quais ativos permanentes devem ser adquiridos e quando os mesmos devem ser substituídos ou liquidados, busca sempre o equilíbrio e níveis otimizados entre os ativos correntes e não-correntes, observa e decide quando investir, como e quanto, se valerá a pena adquirir um bem ou direito, e sempre evita desperdícios e gastos desnecessários ou de riscos irremediável, e ate mesmo a imobilização dos recursos correntes, com altíssimos gastos com imóveis e bens que trarão pouco retorno positivo e muita depreciação no seu valor, que impossibilitam o funcionamento do fenômeno imprescindível para a empresa, o 'capital de giro'.

Como critérios de decisão de investimentos entre projetos mutuamente exclusivos, pode haver conflito entre o VAL (Valor Atual Líquido) e a TIR (Taxa Interna de Rendibilidade). Estes conflitos devem ser resolvidos usando o critério do VAL.

Tomada de decisões de financiamentos - Diz respeito à captação de recursos diversos para o financiamento dos ativos correntes e não correntes, no que tange a todas as atividades e operações da empresa; operações estas que necessitam de capital ou de qualquer outro tipo de recurso necessário para a execução de metas ou planos da empresa. Leva-se sempre em conta a combinação dos financiamentos a curto e longo prazo com a estrutura de capital, ou seja, não se tomará emprestado mais do que a empresa é capaz de pagar e de se responsabilizar, seja a curto ou a longo prazo. O administrador financeiro pesquisa fontes de financiamento confiáveis e viáveis, com ênfase no equilíbrio entre juros, benefícios e formas de pagamento. É bem verdade que muitas dessas decisões são feitas ante a necessidade (e até ao certo ponto, ante ao desespero), mas independente da situação de emergência é necessária uma análise e estudo profundo e minucioso dos prós e contras, a fim de se ter segurança e respaldo para decisões como estas.

Fontes de Financiamento de Empresa

FONTES DE FINANCIAMENTO A CURTO PRAZO GARANTIDO

Normalmente, empresas têm à sua disposição apenas um montante limitado de financiamento a curto prazo sem garantia. Para se obter fundos adicionais é necessário que se dê algum tipo de garantia. Em outras palavras, à medida que uma empresa incorre em montantes cada vez maiores de financiamento a curto prazo sem garantia, ela atinge um nível máximo, além do qual os fornecedores de fundos a curto prazo acham que a empresa oferece demasiado risco para se conceder mais crédito sem garantia. Este nível máximo está intimamente relacionado com o grau de risco do negócio e o histórico financeiro da empresa, entre outros fatores. Várias empresas são incapazes de obter mais dinheiro a curto prazo sem oferecer garantias.
1.1 Empréstimos com Garantia a Curto Prazo - Empréstimo a curto prazo com garantia é aquele pelo qual o credor exige ativos como colaterais (qualquer ativo sobre o qual o credor passa a ter direito legal caso o tomador não cumpra o contrato), geralmente em forma de duplicatas a receber ou estoques. O credor adquire o direito de uso do colateral mediante a execução de um contrato (contrato de garantia) firmado entre ele e a empresa tomadora.
As duas técnicas mais utilizadas pelas empresas para obter financiamento a curto prazo com garantias são: caução de duplicatas  e factoring de duplicatas:
a) Caução de Duplicatas a Receber - Caução de duplicatas é, por vezes, usada para garantir empréstimo a curto prazo, uma vez que as duplicatas apresentam significativa liquidez.
Tipos de Caução:
As duplicatas são caucionadas numa base seletiva. O credor potencial analisa os registros de pagamento passados das duplicatas com o objetivo de determinar quais as duplicatas representam colateral aceitável para empréstimos.b) Factoring  de Duplicatas a Receber - O factoring de Duplicatas a Receber envolve a venda direta de duplicatas a um capitalista (factor) ou outra instituição financeira. O factor é uma instituição financeira que compra duplicatas a receber de empresas. O factoring de duplicatas não envolve realmente um empréstimo a curto prazo, porém é semelhante ao empréstimo garantido por duplicatas.
Uso de Estoque como Colateral - Nos  ativos circulantes da empresa, o estoque é o colateral mais desejável após as duplicatas, em face da sua negociação no mercado por valores similares ao seu valor contábil, que é usado para fixar seu valor como colateral.

1.2 Empréstimos com Alienação - Empréstimos com alienação são muitas vezes exigidos pelos bancos comerciais como garantia extra. Eles podem ser obtidos também junto a financeiras.
Empréstimos com Alienação Fiduciária - Nestes casos o tomador recebe a mercadoria e o credor adianta algo em torno de 80% do valor de seu preço. O credor obtém uma alienação sobre os itens financiados, que contém uma listagem de cada item financiado, bem como sua descrição e número de série. O tomador fica liberado para vender a mercadoria, mas se responsabiliza por enviar ao credor o montante tomado em empréstimo para cada item, acrescido dos juros, imediatamente após a venda. O credor, então, libera a alienação respectiva.

1.3 Empréstimos com Certificado de Armazenagem - São possíveis dois tipos de contratos de armazenagem: armazéns gerais e armazéns de “campo”.
a) Armazém geral - É um armazém central, usado para armazenar mercadorias de vários clientes. O credor normalmente se utiliza desse tipo de armazém quando o estoque for facilmente transportado e puder ser entregue com pouco dispêndio.
b) Armazém de “campo” - O credor arrenda uma companhia de armazenagens de “campo” para construir um armazém na empresa do tomador ou arrendar parte do armazém do mesmo, com o objetivo de guardar o colateral caucionado.


FONTES DE FINANCIAMENTO A LONGO PRAZO

Empréstimos - De modo geral, o empréstimo a longo prazo de um negócio possui vencimento entre cinco e vinte anos. Quando o empréstimo a longo prazo estive a um ano do vencimento, os contadores passarão o empréstimo a longo prazo para o passivo circulante, porque nesse ponto ele se tornou uma obrigação a curto prazo.
DEBÊNTURES - Emitentes: qualquer sociedade comercial constituída sob forma de sociedade por ações. (com exceção das Instituições Financeiras – não é o caso da Sociedade Arrendamento Mercantil).
AÇÕES - Conceito: título negociável emitido por Sociedade Anônima e que representa a menor parcela do seu capital social (capital social dividido em ações).Há muitos mais fontes para financiamentos neste trabelho constam apenas alguns deles .
3.4 TITULOS DE CREDITO – no xerox


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